
O destino afasta-nos! Destino? Quantas vezes afirmo acreditar neste conceito; outras, admito que somos nós próprios que “confeccionamos” aquilo que apelidamos por destino!
Os factos? Estamos a cada dia que passa mais longe um do outro. Culpar a vida por isso? Creio que não… Culpo-te a ti, por não continuares a alicerçar o sentimento que foi crescendo, tornando-se vigoroso, forte e sadio nestes últimos 4 anos… Culpo-me a mim pelo maldito orgulho! Por seres a única pessoa a quem nunca fui capaz de dizer “Sinto saudades tuas”, “Preciso de estar contigo”, “Fazes-me falta”…
O resultado? Tu continuas aí e eu aqui, tão perto e tão longe… Permaneces silencioso e apático e eu já não encontro forças para quebrar esse gelo que te caracteriza, tentando amolecer-te a alma. Um dia, quando o orgulho e o medo cessarem, só restará o arrependimento! Arrepender-me-ei por nunca ter sabido expressar o quanto foste importante para mim e o quanto sofri com a tua ausência! Por nunca te ter confessado “Gosto de ti”! Por nunca ter lutado para que os nossos corações pudessem eventualmente cruzar-se…
E agora, deixo o destino prosseguir?
Os factos? Estamos a cada dia que passa mais longe um do outro. Culpar a vida por isso? Creio que não… Culpo-te a ti, por não continuares a alicerçar o sentimento que foi crescendo, tornando-se vigoroso, forte e sadio nestes últimos 4 anos… Culpo-me a mim pelo maldito orgulho! Por seres a única pessoa a quem nunca fui capaz de dizer “Sinto saudades tuas”, “Preciso de estar contigo”, “Fazes-me falta”…
O resultado? Tu continuas aí e eu aqui, tão perto e tão longe… Permaneces silencioso e apático e eu já não encontro forças para quebrar esse gelo que te caracteriza, tentando amolecer-te a alma. Um dia, quando o orgulho e o medo cessarem, só restará o arrependimento! Arrepender-me-ei por nunca ter sabido expressar o quanto foste importante para mim e o quanto sofri com a tua ausência! Por nunca te ter confessado “Gosto de ti”! Por nunca ter lutado para que os nossos corações pudessem eventualmente cruzar-se…
E agora, deixo o destino prosseguir?
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