
Na passada sexta-feira, dia santo, tive uma daquelas festas tradicionais. Mas esta teve algo que me marcou… Iniciámos a marcha no final da eucaristia, enquanto as pessoas saiam da igreja, tal como manda a tradição e qual não é o nosso espanto quando aparece o padre a desbaratar aos berros com o nosso maestro! Pois é, exactamente o mesmo padre que tinha acabado de rezar a missa e que tanto fala de paz, amor e fraternidade. E que tanto insiste no igual valor entre irmãos… Sem qualquer esforço por se conter e pelo menos falar mais baixo, teve a displicência de à frente do maestro, de alguns músicos e dos festeiros dizer com todas as letras “Eu quero é que se fod* o povo. Quem manda aqui sou eu!”. Fiquei sem palavras! Sim, porque é aquele povo que o mantém vivo e é aquele povo que o ouve a pregar aquilo que ele não põe em prática! Inacreditável!
1 comentário:
Hoje apetece-me comentar, desculpa lá seres a primeira a sofrer lol
Parece impossível essa situação. Não podemos avaliar toda uma religião por um acto isolado de um padre mas lá que nos faz pensar no sentido de seguirmos uma religião, isso faz!
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